A ilha de Santa Maria vai receber, a 12 e 13 de Junho, o II Congresso das Telecomunicações dos Açores, anunciou hoje o secretário Regional da Habitação e Equipamentos, numa conferência de imprensa agendada para o Dia Mundial das Telecomunicações.
Segundo José Contente, a realização da inicativa confirma a aposta contínua do Governo dos Açores numa nova dimensão de investimento que “integra a instalação e utilização das novas tecnologias no modelo estratégico de desenvolvimento e qualificação da Região”.
Diversos factores, entre os quais a localização geográfica das ilhas dos Açores justificam uma valorização das comunicações na Região, considerou, apontando como temas do congresso intitulado, “Nova Dimensão”, as “Tecnologias Espaciais: Georeferenciação e Detecção Remota” e as “Tecnologias Terrestres - Nova Dimensão de Futuro para as Comunicações”.
Com a iniciativa pretende-se perceber melhor a situação actual no que diz respeito à tecnologia espacial, nomeadamente o projecto Galileo, e sobre que tecnologias e como será desenvolvido o futuro das comunicações, explicou o governante.
José Contente sublinhou que o Executivo já avançou com projectos como a Rede de Estações Permanentes da RAA, em que existem parcerias com as universidades de Lisboa e Porto, indicando que, até ao final do ano, todas as ilhas terão disponíveis este tipo de instrumento inter-operativo.
Referiu-se, também, a projectos de Detecção Remota integrada na área da Geomática que trata da exploração da informação recolhida por sensores a bordo de satélites artificiais da Terra, destacando como áreas científicas que interagem com a Detecção Remota a Cartografia, a Geografia, a Oceanografia, a Hidrologia, o Planeamento do Território, o Ambiente, a Geologia, Sismologia, Vulcanologia, Gestão de Recursos Florestais e Agricultura, ou seja as Ciência da Terra.
A realização do congresso em Santa Maria revela, também, a importância que o Governo de Carlos César dá aos projectos que começaram a gravitar à volta da estação açorinana da Agencia Espacial Europeia (ESA), designadamente a nova estação da Edisoft que terá um papel relevante na vigilância do Atlântico Norte e nos dados que recolherá para serem processados por uma nova empresa - a AZORES SPACE - ligada à produção de sistemas de engenharia de alta tecnologia, afirmou o secretário regional da Habitação e Equipamentos.
José Contente lembrou, igualmente, que o Governo dos Açores continua em conversações com o Instituto Geográfico Espanhol para a instalação de uma nova estação VLBDI destinada a operar na área da radioastronomia e chamou a atenção para a credibilidade e autoridade internacional dos palestrantes convidados, nomeadamente de Fernando Carvalho Rodrigues e dos respresentantes das empresas EUTELSAT e ASTRA, que garantem, à partida, novas perspectivas para o sector das telecomunicações nos Açores. (texto Gacs)
sábado, 17 de maio de 2008
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Somos o Povo Açoriano!
O presidente do Governo dos Açores fez hoje uma analogia entre o espírito de partilha muito próprio das Festas do Espírito Santo e a Identidade Açoriana para dizer que esse sentido de pertença e de fraternidade comunitária só está ao alcance de gente que se assegura como um Povo.
“Ora, um Povo não é coisa que passe a ser porque os outros a reconheçam, mas tão só condição de quem se conhece a si mesmo. Reafirmemos, pois, contra a escuridade e a ignorância dos catalogadores, que somos o “Povo Açoriano”! Basta nos conhecermos. Basta sabermos. Basta querermos”, afirmou Carlos César.
(foto: Gacs)
O presidente do Governo discursava na sessão solene comemorativa do Dia dos Açores, que teve lugar ao fim da manhã na Vila das Velas, ilha de S. Jorge, um dia “em que nos lembramos, também, do que éramos e dia em que olhamos o que somos, concluindo que nos orgulhamos do que vemos e da forma como recuperámos o tempo perdido. São tantos os progressos que vão acontecendo por todas as nossas ilhas que todos já quase nos habituámos a pensar que não há dificuldades que nos façam parar ou voltar para trás. Mas há sempre novos desafios, e quando não, há sempre uma nova ambição”.
Salientando o facto de, pela primeira vez, o Dia dos Açores estar a ser comemorado na ilha de S. Jorge, recordou acontecimentos e personalidades que a tornaram única, no contexto regional, e falou do muito que nela foi feito, bem como de projectos importantes a concretizar em breve, como a ampliação do aeroporto e as construções do núcleo de recreio náutico de Calheta e de ampliação do cais acostável do Porto das Velas.
O presidente do Governo, referindo a necessidade de continuar a desenvolver esforços para tranquilizar os que trabalham, para continuar a fortalecer a centralidade da família e os seus rendimentos, ultimamente tão afectados pelos aumentos dos custos dos créditos bancários, dos combustíveis e dos bens alimentares, recordou os apoios em vigor ou já anunciados, como o Complemento à Pensão dos Idosos, o Complemento Açoriano aos Abonos de Família – em que serão aplicados, no próximo ano, mais de dois milhões e seiscentos mil euros – e a ajuda nos casos de familiares portadores de deficiência ou toxicodependentes.
“Temos que continuar a somar vitórias, o que só é possível travando sempre mais batalhas. Ganhámos na negociação dos fundos comunitários europeus até 2013, o que nos ajudará certamente a continuar a ter a nossa economia a crescer mais do que a União Europeia; vencemos na última revisão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, que, como havíamos garantido, beneficiou e fez justiça aos Açores; vamos vencer na revisão do nosso Estatuto, conseguindo mais avanços competenciais nos sentidos pretendidos”, afirmou Carlos César.
E o presidente do Governo concluiu dizendo que “os Açores não podem parar! Nos momentos de incerteza ganharemos o alento das horas de júbilo. Como nos disse Natália, Para a frente! Lutar, batalhar. Que bom é ser Açoriano!”
“Ora, um Povo não é coisa que passe a ser porque os outros a reconheçam, mas tão só condição de quem se conhece a si mesmo. Reafirmemos, pois, contra a escuridade e a ignorância dos catalogadores, que somos o “Povo Açoriano”! Basta nos conhecermos. Basta sabermos. Basta querermos”, afirmou Carlos César.
(foto: Gacs)O presidente do Governo discursava na sessão solene comemorativa do Dia dos Açores, que teve lugar ao fim da manhã na Vila das Velas, ilha de S. Jorge, um dia “em que nos lembramos, também, do que éramos e dia em que olhamos o que somos, concluindo que nos orgulhamos do que vemos e da forma como recuperámos o tempo perdido. São tantos os progressos que vão acontecendo por todas as nossas ilhas que todos já quase nos habituámos a pensar que não há dificuldades que nos façam parar ou voltar para trás. Mas há sempre novos desafios, e quando não, há sempre uma nova ambição”.
Salientando o facto de, pela primeira vez, o Dia dos Açores estar a ser comemorado na ilha de S. Jorge, recordou acontecimentos e personalidades que a tornaram única, no contexto regional, e falou do muito que nela foi feito, bem como de projectos importantes a concretizar em breve, como a ampliação do aeroporto e as construções do núcleo de recreio náutico de Calheta e de ampliação do cais acostável do Porto das Velas.
O presidente do Governo, referindo a necessidade de continuar a desenvolver esforços para tranquilizar os que trabalham, para continuar a fortalecer a centralidade da família e os seus rendimentos, ultimamente tão afectados pelos aumentos dos custos dos créditos bancários, dos combustíveis e dos bens alimentares, recordou os apoios em vigor ou já anunciados, como o Complemento à Pensão dos Idosos, o Complemento Açoriano aos Abonos de Família – em que serão aplicados, no próximo ano, mais de dois milhões e seiscentos mil euros – e a ajuda nos casos de familiares portadores de deficiência ou toxicodependentes.
“Temos que continuar a somar vitórias, o que só é possível travando sempre mais batalhas. Ganhámos na negociação dos fundos comunitários europeus até 2013, o que nos ajudará certamente a continuar a ter a nossa economia a crescer mais do que a União Europeia; vencemos na última revisão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, que, como havíamos garantido, beneficiou e fez justiça aos Açores; vamos vencer na revisão do nosso Estatuto, conseguindo mais avanços competenciais nos sentidos pretendidos”, afirmou Carlos César.
E o presidente do Governo concluiu dizendo que “os Açores não podem parar! Nos momentos de incerteza ganharemos o alento das horas de júbilo. Como nos disse Natália, Para a frente! Lutar, batalhar. Que bom é ser Açoriano!”
quarta-feira, 23 de abril de 2008
As Festas do Senhor
Há um ambiente de Festa em Ponta Delgada; dão-se os últimos retoques na fachada do Santuário da Esperança e, no interior do templo, os devotos suplicam ao Senhor cura para os seus males e aflições.
É assim há 300 anos. A imagem foi oferecida pelo Papa Paulo III e, mais tarde, madre Teresa da Anunciada, desenvolveu a devoção à imagem do Senhor, Ecce Homo, inculcando-a no coração e na Fé do povo micaelense.
São dias de muita Fé e devoção, dias de súplica e arrependimento, de confraternização e alegria de chegadas e de partidas de emigrantes, de forasteiros.
A Festa do Senhor Santo Cristo, continua a marcar o ciclo da vida deste povo.
Há, porém, sinais visíveis de arrefecimento das convicções religiosas, em favor de um secularismo que não é solução para os problemas e inquietações dos homens, nomeadamente dos jovens.
Neste campo, cabe à Igreja iniciar um diálogo com vista a uma reflexão séria sobre a melhor forma de transmitir e de ser sinal da mensagem evangélica que apela à paz, à justiça, e ao entendimento e amizade entre todos os homens.
Boas Festas.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Lisboa não abre mão da tutela sobre as Forças de Segurança

Carlos César acusou o Governo da República de ceder a pressões de instituições e entidades – que não quis especificar – para não descentralizar competências que seriam fundamentais para a segurança e ordem públicas, tendo, por isso, altas responsabilidades no aumento da criminalidade violenta registada nos Açores.
O presidente do Governo dos Açores, que se encontra de visita oficial a Cabo Verde, reagia assim aos dados divulgados pela Polícia de Segurança Pública e que foram objecto de notícia do jornal “Açoriano Oriental”.
Para Carlos César, as responsabilidades do Governo da República derivam da “pouca atenção que tem dado às regiões autónomas, com consequências visíveis ao nível da evolução da criminalidade em ambos os arquipélagos, no contexto do combate à criminalidade, quer do ponto de vista de meios, quer do ponto de vista de prioridades.”
Aliás, prosseguiu o presidente do Governo, a actual proposta de revisão da Lei de Segurança Interna, aprovada em Conselho de Governo, “ainda não dá uma resposta capaz. E, no domínio da segurança, o Governo da República continua a ceder a pressões provenientes de outras instituições e de outras entidades para não descentralizar para as regiões autónomas competências que seriam fundamentais do ponto de vista das forças de segurança e da ordem pública”.
Ainda assim, Carlos César considera que os dados do Relatório Anual de Segurança Interna de 2007 – conhecidos pelo Governo Regional desde meados de Março passado e agora tornados públicos, em Ponta Delgada, pela PSP – apontam para a concentração em S. Miguel do aumento dos crimes violentos, o que, sendo sempre preocupante, reflecte um fenómeno que abrange ambas as regiões autónomas.
De facto, enquanto o aumento de 90 por cento, nos últimos oito anos, da incidência de crimes violentos, situa os Açores no 11º lugar entre as diversas regiões portuguesas, a Madeira colocou-se numa posição bem pior, ficando no 7º lugar.
E mesmo no que diz respeito à evolução entre 2006 e 2007 em regiões comparáveis por serem ambas isoladas e terem quase o mesmo número de habitantes, os Açores tiveram, nesta tipicidade de crime violento e grave, um aumento de 12,4 por cento, enquanto a Madeira teve de 33,8 por cento.
Revelou o presidente do Governo que, nesse período, se registaram 235 casos nos Açores e 455 na Madeira. (Gacs)
domingo, 6 de abril de 2008
C.César, os independentes e o futuro do PS
O jornal PÚBLICO, na sua edição de hoje, publica um interessante artido sobre o
pensamento de três jovens deputados e dirigentes do PS.
Numa altura em que o PS Açores se prepara para novo congresso, de que sairá vencedor Carlos César, importa saber se esta opção pelo recurso a independentes significa uma secundarização dos dirigentes e militantes socialistas, por falta de recrutamento e de formação de jovens quadros partidários. Há uma insatisfação muda e silenciosa de alguns dirigentes regionais. Embora não denunciem publicamente o que chamam “autismo” de César, na tomada de decisões, interrogam-se se César não estará a transformar a sua maioria de apoio numa espécie de Acção Nacional Popular, de feição e intervenção democráticas.
Apesar disto, Carlos César sabe o muito que vale politicamente e que tem os açorianos do seu lado. Mas a sua liderança forte e musculada, dando a ideia que o Governo e o partido são apenas ele, levanta cada vez mais a questão: E depois de César?
Será que este é também questão que preocupa o actual e futuro presidente do Governo?
César ao deixar o Governo, durante ou no fim da próxima legislatura, preocupar-se-á em manter o PS no poder?
Mota Amaral, ao abandonar o Executivo, pretendeu dar a imagem de desprendimento do poder, quando o cansaço e a exaustão já eram evidentes. Os eleitores do PSD não entenderam nem aceitaram a sua atitude, nem lhe perdoaram o abandono do barco que construíu e de que foi timoneiro incontestado. E depois dele o PSD naufragou.
Oxalá Carlos César aprenda a lição. Caso contrário, o ciclo histórico da Autonomia Regional com o PS cujas marcas de progresso são evidentes, dará lugar a outro novo e longo ciclo político. A dura e penosa experiência dos partidos da oposição não favorece nem a Autonomia nem a livre participação cívica e política.
Os grandes líderes políticos e não só, devotam-se aos outros, mais que a si próprios, têm uma doutrina, fazem Escola e deixam discípulos: Cristo, ...Ghandi, Luther King...
Por isso são reconhecidos como verdadeiros Mestres.
Dos outros, a história encarregar-se-á de apagar a sua memória.
pensamento de três jovens deputados e dirigentes do PS.
O actual presidente da JS, Pedro Nuno Santos, num momento em que, aqui nos Açores, Carlos César, na sua moção de estratégia ao próximo congresso, defende uma grande abertura aos independentes, afirma: "Há um recurso excessivo aos independentes, passa-se a ideia de que o importante não é estar nos partidos, mas estar por perto". E acrescenta o lider da JS: o recurso excessivo a não militantes "desqualifica o partido". “Para se fazer política tem de se estar dentro dos partidos, ganhar competências políticas (comunicação, liderança, gestão de equipas) e preparar-se para a renovação". Segundo ele, o modelo ideal encontra-se no sistema britânico: "Só os eleitos para o Parlamento podem chegar ao Governo. São os quadros políticos que governam". Os quadros técnicos apenas prestam assessorias.David Martins, outro jovem deputado socialista junta-se ao raciocínio, mas abranda o tom. "Partilho da ideia de que o PS não pode ser barriga de aluguer", tem de "apostar na valorização do militante, e é este input que acho que os jovens podem trazer à política", começa. Mas logo acrescenta que "os partidos também não se podem fechar, têm de fazer pontes com os players, trabalhar com todos para encontrar as melhores soluções". Por isso, "não podemos deixar de incorporar independentes".Aos jovens quadros, Marcos Sá lança um prudente aviso para não se entregarem de corpo e alma aos partidos. "Não vejam isto como agência de emprego, cada um tem de ter a sua carreira, porque uma pessoa, para ser livre num partido, tem de ter uma profissão". É o que ele sempre fez, de modo que, "quando alguma coisa ferir a minha consciência, seguirei o meu caminho autónomo". Quanto aos independentes, não vê qualquer problema: "A entrada de um bom quadro é uma oportunidade para valorizar o PS". 
Numa altura em que o PS Açores se prepara para novo congresso, de que sairá vencedor Carlos César, importa saber se esta opção pelo recurso a independentes significa uma secundarização dos dirigentes e militantes socialistas, por falta de recrutamento e de formação de jovens quadros partidários. Há uma insatisfação muda e silenciosa de alguns dirigentes regionais. Embora não denunciem publicamente o que chamam “autismo” de César, na tomada de decisões, interrogam-se se César não estará a transformar a sua maioria de apoio numa espécie de Acção Nacional Popular, de feição e intervenção democráticas.
Apesar disto, Carlos César sabe o muito que vale politicamente e que tem os açorianos do seu lado. Mas a sua liderança forte e musculada, dando a ideia que o Governo e o partido são apenas ele, levanta cada vez mais a questão: E depois de César?
Será que este é também questão que preocupa o actual e futuro presidente do Governo?
César ao deixar o Governo, durante ou no fim da próxima legislatura, preocupar-se-á em manter o PS no poder?
Mota Amaral, ao abandonar o Executivo, pretendeu dar a imagem de desprendimento do poder, quando o cansaço e a exaustão já eram evidentes. Os eleitores do PSD não entenderam nem aceitaram a sua atitude, nem lhe perdoaram o abandono do barco que construíu e de que foi timoneiro incontestado. E depois dele o PSD naufragou.
Oxalá Carlos César aprenda a lição. Caso contrário, o ciclo histórico da Autonomia Regional com o PS cujas marcas de progresso são evidentes, dará lugar a outro novo e longo ciclo político. A dura e penosa experiência dos partidos da oposição não favorece nem a Autonomia nem a livre participação cívica e política.
Os grandes líderes políticos e não só, devotam-se aos outros, mais que a si próprios, têm uma doutrina, fazem Escola e deixam discípulos: Cristo, ...Ghandi, Luther King...
Por isso são reconhecidos como verdadeiros Mestres.
Dos outros, a história encarregar-se-á de apagar a sua memória.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
A.J.Jardim versus Estatuto dos Açores
A Assembleia da República aprovou hoje por unanimidade e na generalidade a terceira revisão ao Estatuto Político-Administrativo dos Açores. O texto baixará à comissão para serem introduzidas algumas alterações, mas consagra um reforço do poder legislativo da região e estabelece a prevalência da legislação regional sobre a nacional.
Curiosa, ou talvez não, é a opinião de Alberto João Jardim, que está em congresso no próximo fim de semana. Segundo ele, a aprovação do Estatuto dos Açores, impedirá que a próxima revisão constitucional incida sobre as Autonomias.
Ou será por o futuro estatuto consagrar deveres e obrigações que os políticos madeirenses não pretendem ver aplicados na terra de Jardim, impedindo que o regabofe e a impunidade continuem na chamada pérola do Atlântico?
Por outro lado, não deixa de ser curiosa o entendimento de C.César sobre o poder autonómico e as suas relações com o poder central em matéria de poder local-
A sua moção é, por um lado, um assumir as fragilidades do partido e por outro tentar atrair independentes para o parlamento e para o governo. Nada que agrade os socialistas do aparelho.
terça-feira, 25 de março de 2008
Material radioactivo na Horta
No antigo edifício do Hospital da Horta foi encontrado material radioactivo.O prédio está selado pela empresa que procede à sua recuperação.
São lâmpadas de raio X que foram deixadas no velho hospital.Embora a radiação seja baixa, a empresa construtora preferiu não correr riscos e aguarda a vinda de técnicos para inspeccionarem o local.No edifício vai ser instalado o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.
São lâmpadas de raio X que foram deixadas no velho hospital.Embora a radiação seja baixa, a empresa construtora preferiu não correr riscos e aguarda a vinda de técnicos para inspeccionarem o local.No edifício vai ser instalado o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.
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